
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), negou na última quarta-feira (10) que a publicação do ato administrativo para nomear o seu neto, João Fernando Michels Gonçalves Sarney, tenha sido secreta. O presidente chegou ao Congresso nesta manhã com o boletim do dia 1º de fevereiro de 2007 em mãos, data do documento em que consta a nomeação do neto.
Sarney, no entanto, não esclareceu sobre o ato administrativo de exoneração de seu neto, que segundo o jornal O Estado de S. Paulo, foi feito em documento secreto. De acordo com o jornal, o sigilo da exoneração ocorreu “para não dar visibilidade à existência de um parente não-concursado de Sarney”, já que na época o Senado se via obrigado a cumprir a súmula vinculante antinepotismo do Supremo Tribunal Federal (STF).
“O que posso dizer é que os jornais hoje estão trabalhando sob uma informação totalmente inexata, que teria sido nomeado um neto meu em um boletim secreto. Está aqui o boletim do dia 1º de fevereiro de 2007”, justifica Sarney, sem entrar em detalhes sobre o ato secreto de exoneração do jovem de 22 anos.
Sarney, no entanto, não esclareceu sobre o ato administrativo de exoneração de seu neto, que segundo o jornal O Estado de S. Paulo, foi feito em documento secreto. De acordo com o jornal, o sigilo da exoneração ocorreu “para não dar visibilidade à existência de um parente não-concursado de Sarney”, já que na época o Senado se via obrigado a cumprir a súmula vinculante antinepotismo do Supremo Tribunal Federal (STF).
“O que posso dizer é que os jornais hoje estão trabalhando sob uma informação totalmente inexata, que teria sido nomeado um neto meu em um boletim secreto. Está aqui o boletim do dia 1º de fevereiro de 2007”, justifica Sarney, sem entrar em detalhes sobre o ato secreto de exoneração do jovem de 22 anos.

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